Campina Grande lidera as denúncias de trabalho escravo e tráfico de pessoas feitas pelo Disque 100 na Paraíba, segundo o Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoa, desenvolvido pelo Ministério Público do Trabalho e a Organização Internacional do Trabalho.
De 2012 a 2019, o município foi alvo de 13% das 79 denúncias formuladas no estado. Campina é seguida por Casserengue (10%), Patos (9%), São Bento (8%) e Gurinhém (5%). A capital paraibana, João Pessoa, aparece em sexto lugar com 4% das denúncias, mesma posição de Mamanguape, Nazarezinho e Sapé.
Do total de denúncias no estado, 29% foram referentes a condições degradantes de trabalho, com 29% das denúncias. Jornada exaustiva teve 28%, seguida por outras violações (15%), servidão por dívida (9%), impossibilidade de deixar o serviço (9%) e tráfico para fins de exploração sexual (8%).









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