Queda pós COVID: os casos tem sido frequentes em nossa clínica, pacientes apresentam eflúvio telógeno (volume de queda intensa) a curto, médio e outros a longo prazo, após a infecção. Também o surgimento de alopecia Areata pós COVID, sensibilidade no couro cabeludo, dermatite entre outros fatores que temos acompanhado. Segundo dados de pesquisadores dos Estados Unidos, México e Suécia, a queda capilar pós COVID acomete 1 em cada 4 infectados. A duração do tratamento ainda está sendo estudada, a desordem está relacionada a infecção viral, febre, uso de medicamentos, fator emocional, entre outros… Mesmo sendo uma queda autolimitada, deve ser tratada, para evitar possíveis avanços, principalmente quem já tem alopecia androgenética(calvície) ou queda crônica.
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