Desde o início deste ano, o Samu de João Pessoa já recebeu mais de 17 mil trotes telefônicos. Um dado preocupante porque cada telefonema falso tem como consequência o retardamento do atendimento de cidadãos que estão necessitando do serviço de urgência.
“Desperdício de tempo, porque a pessoa ocupa uma linha que poderia estar atendendo uma pessoa que precisa de atendimento de fato. Além de uma possível saída de ambulância, que também poderia socorrer uma vida em risco. É um tema recorrente, infelizmente, mas que nós estamos buscando conscientizar as pessoas sobre a gravidade, para que possamos diminuir cada vez mais”, comentou o coordenador geral do Samu, Galileu Machado.
Passar trote configura crime e, quando identificado, o autor é enquadrado no artigo nº 340 do Código Penal por falsa comunicação de crime ou de contravenção, cuja pena é detenção de um a seis meses ou multa.









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