
Destemida, inovadora, competente e decidida. Quando o assunto é a empresária Regina Lima, essas características são impossíveis de ignorar. Mas o PCN foi saber dela algumas curiosidades… ela é apaixonada por massas, na bolsa não pode faltar lencinhos umedecidos e o cheiro de chuva faz com que ela tenha ótimas memórias. Vencer a ansiedade foi um dos maiores desafios encarados por ela, que sempre se mantem forte: “quando cada lagrima cair, ao invés de guardar rancor, ódio, devemos transformar tudo isso em gratidão”, comentou. Inspirador, não é? Então vem conhecer um pouco mais dela!
PCN – Qual foi a viagem que marcou a sua vida?
Viagens sempre serão o maior investimento que você possa fazer, porque você curte o antes, o durante e o depois, na sua memória. Nova York, sem dúvidas, foi a minha predileta porque me via como se fosse nos vários filmes que fizeram parte da minha vida. Tudo me remetia: os sons das sirenes, os executivos com seus Starbucks na mão, indo trabalhar. Nova York sendo nova York.
PCN – Você é apaixonada por massas, mas tem algum outro restaurante que encanta o seu paladar aqui na região?
O Bananal é sempre uma experiência certa de padrão, dentro da sua simplicidade, da sua despretensão, daquela coisa de família grande que sabem receber muito bem.
PCN – Do que Regina Lima tem mais medo?
Peço a Deus todos os dias que me tire antes de ter que perder um filho.
PCN – Qual o seu maior sonho já realizado?
Meus quatro filhos.
PCN – Quando o assunto é cinema, qual o filme que te fez chorar muito?
Podem ser dois? Quem me conhece sabe que choro com comercial de TV mas tem dois que me deixaram um legado: À espera de um milagre e um Pequeno milagre, duas grande lições para Vida!
PCN: Qual o livro que mudou a sua vida?
Cada livro que você ler deixa algo em você, e olha que já li muitos pela minhas diversas atividades e o gosto pela leitura. Poderia citar alguns que deixaram um legado, mas nenhum foi tão impactante na hora em que mais necessitei: Ansiedade, de Augusto Cury.
PCN – Você é um exemplo inspirador para muita gente. Como lidou com o desafio de vencer a ansiedade?
Sofri sem saber exatamente o que estava acontecendo comigo e esse livro (Ansiedade – Augusto Cury) não só foi um sinal de alerta, mas esclarecedor, para buscar ajuda para entender o que poderia vir acontecer comigo. Sempre olhei meio de lado para esse autor, pela linha de auto-ajuda. Daí, a importância de nos despimos dos nossos preconceitos para nos permitir. É, claro que só os livros sobre o assunto e consultas seguidas na internet não foram o suficiente. Mas fui saindo da fase da resistência e mergulhei na aceitação. Afinal, logo eu, uma pessoa alegre, entusiasmada vista como uma pessoa forte etc… sentir-me frágil, triste e desmotivada.
E, o que tenho a dizer, que somos frágeis, graças a Deus, pois nos momentos dos nossos fracassos, decepções, das traições que possivelmente iremos nos deparar pelo caminho, algumas vezes vamos perder o chão para ganhar o céu, porque é de lá que precisamos focar e nos sustentar, na força do altíssimo.
Só não aceite ouvir que a ansiedade (que pode evoluir para uma depressão) é falta de Fé, assim como não confundir com dias tristes. Se você sentir que o fardo esta pesado demais, busque ajuda de um psicólogo ou de um psiquiatra, mas acima de tudo, tenha a certeza que estes momentos farão parte em algum momento da sua vida, mas que a única pessoa que pode realmente reverter essa situação, é você, vencendo a si mesmo. A transformação não se faz em um, ou em finais de semana, ela é diária e continua e a minha escolha foi evoluir, hoje meu compromisso e baseado em uma frase de Madre Tereza de Calcutá: não permita que alguém sai da nossa presença sem sentir melhor e mais feliz.








Deixe seu comentário