O Grêmio de Instrução de Campina Grande
O ensino em Campina Grande funcionava em casas particulares, sem a devida estrutura, e o primeiro prédio escolar da cidade vinha sendo obra de Chistiano Lauritzen, na Rua dos Armazéns, atual Marquês do Herval, mas ficou inacabado, pois tinha sido iniciado da Intendência de Lauritzen, não com dinheiro público, mas com o dinheiro dos salários dos Intendentes por um acordo estabelecido entre os três. Mas com a perda do mandato, o próprio Lauritzen continuou a construção do prédio com dinheiro de seu próprio bolso. Em 1899 Lauritzen convocou gente da cidade, como Vigário Sales, o juiz Alfredo Espíndola, o professor Clementino Procópio, o médico Chateaubriand, o farmacêutico Aristides Vilar Azevedo, e outros com intuito de criar uma agremiação para um educandário de ensino médio na cidade, a Sociedade do Grêmio de Instrução de Campina Grande, que ministraria aulas de latim, português, francês, inglês, matemática, ciências naturais e geografia. Lauritzen e os demais ex-intendentes doaram o prédio à municipalidade que se encarregaria de terminar a obra. A escola serviu eficientemente à cidade por mais de três anos, mas em 1901, por falta de professores, a Sociedade foi fechada e o prédio devolvido ao município com destinação assegurada em documentos públicos pelos doadores de não ser alienado e não servir a outra coisa senão a educação. O prédio, hoje, é ocupado pelo Colégio Alfredo Dantas.
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